
Ao segundo jogo e já começamos a fazer contas...
Obviamente!
Como voltámos a ter a selecção da comunicação social e não a de Portugal - aquela que tecnica, tactica e disciplinarmente melhor representa o país... temos o que merecemos!
Não faltará muito tempo para que as saudades de Scolari apertem...
Pouco importa se Baía é o melhor guarda-redes do Sistema Solar e arredores, não interessa nada que os jornalistas pensem que este ou aquele jogador estão em grande forma e mereciam (ou deviam, na sua opinião...) ter esta ou aquela posição cativa.
Ou dão o litro e se esforçam... ou não há convocatória!
Elementar.
Dê por onde derem as "novelas", inventadas pelos jornalistas com avença, para complicar ou embaraçar.
A novela em curso é a de Ricardo... mas proximamente teremos a de Simão / Quaresma.
Tal qual se exige para a Função Pública, os organismos que são subsidiados pelo Estado, como a FPF, ou apresentam resultados... ou vão pregar para outra freguesia!
Ou o investimento é rentável ou os nossoa impostos terão outra melhor utilidade.
Não me ocorre que os seleccionados ainda joguem pela sandes e pelo sumol, portanto...falamos de indústria, de avultados investimentos... e de resultados.
Quando as soluções de continuidade são substituídas pela casuística (da boa forma ou da cedência a interesses, p.e.) os resultados habitualmente são estes.
Ou muito me engano (falaremos daqui a um ano...) ou será São Ronaldo a resolver a contenda a nosso favor, se (e só se...) conseguirem por a equipa a jogar para ele, com inteligência...não obstante verificar facilmente que faltam algumas (muitas) unidades com a qualidade das que acompanham o homem em Old Traford!
Deco é um excepcional jogador... mas não faz tudo sózinho. É pena! Se dependesse unica e exclusivamente dele teriamos ganho folgadamente.
Ainda me hão-de explicar a razão de ser de substituir um jogador para a ovação ou fazer entrar outro apenas por simpatia para com o anfitrião.
Se não é conveniente substituir, não se substitui...
Se não é importante colocar dentro do campo um jogador não se coloca.
Dentro das 4 linhas pratica-se futebol... ou será que ali é dada alguma Acção de Formação em Relações Públicas, subsidiado ou não pelo FSE??
Por outro lado, os comentários dos teóricos de desporto da rádio e da tv fazem-me lembrar uma frase lapidar que um comentador de economia da TSF (Carlos Rosado de Carvalho) costumava utilizar com (excessiva) frequência:
"Os economistas são muito melhores a interpretar os resultados que a fazer a fazer previsões"
No futebol é igual... com a agravante que (alguns) não se libertam da "paixão" e tem opiniões tão voláteis ao longo dos 90 minutos que qualquer mortal fica... siderado!
Resta-me acrescentar que a existência de um "4º. poder" só é possível por os seus detentores terem deixado de ser observadores da realidade e relatores isentos e imparciais desta, para passarem a ser interventores na acção.
De uma forma cómoda - há sempre quem pague as favas do "bota abaixismo" ou do "puxa-saquismo".
Todos já vimos jornalistas criticarem ou sorrirem sarcasticamente (mesmo que disfarçadamente) perante factos ou notícias...mas não me ocorre, além de Balsemão (que tinha carteira profissional) que outros tenham resolvido assumir responsabilidades. E, mesmo este, se bem se lembram... foi de alguma forma vítima dos próprios confrades.
O poder virtual é muito mais cómodo que o real e muito menos sujeito a crítica!
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